OpenAI alerta PF sobreameaças de morte a Lulafeitas dentro do ChatGPT
O que ele disse, com data e ocasião; o que está documentado; quem teria de decidir; e onde termina a conta. Os riscos são análise do PautaBR, não fatos consumados.
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Trajetória, processos, realizações, propostas, mapa da abstenção, redes e o Congresso de 2027, lado a lado e com fontes.
O que está em jogo agora.

TSE apresenta dados contraditórios sobre mudanças de locais de votação no 2º turno
Maioridade penal: Congresso debate tema complexo de forma rasa e eleitoreira
Nas ruas de Paris, um espelho para o Brasil
Lula e Flávio Bolsonaro se enfrentam em debate pela 1ª vez neste domingo
Planalto nega vínculo de Lula com empresária e denuncia interferência eleitoral
UNE mobiliza estudantes nas ruas contra retrocesso e pela reeleição de Lula
Fábio Luís rebate acusações e promete provar inocência nos autos
Semana decisiva: Brasil define rumo entre democracia e retrocesso nas urnas
Lula reforça combate a incêndios no Amazonas com aeronaves e R$ 14 mi
Oito vozes, um só compromisso.
Cada pauta tem sua própria cor — assim você reconhece o assunto antes de ler. A linha editorial nunca muda.
Coberturas que não cabem numa matéria só.
Assuntos que o PautaBR acompanha por meses, atravessando editorias. Cada um tem sua própria porta de entrada.
Sarney a Lula 3, em números.
Economia, contas públicas, fome, educação, trabalho, mulheres, ambiente e segurança em séries oficiais. Troque de aba para mudar o indicador e escolha governos para comparar.
Em que governos a economia mais cresceu — e quando ela encolheu?
- 1986 · Plano Cruzado
- 1990 · Plano Collor
- 1994 · Plano Real
- 2008 · Crise financeira global
- 2015 · Recessão 2015–2016
- 2020 · Pandemia de covid-19
Variação real do PIB a preços de mercado, ano contra ano anterior. A média de cada mandato é a média simples das taxas anuais; ela não mostra o efeito acumulado de recessões e recuperações dentro do período.
Fonte: IBGE (Contas Nacionais), via IPEADATA.
O que você está elegendo em outubro.
Cinco cargos entram na urna, e cada um decide coisas muito diferentes. Arraste para ver o que cada um pode fazer, quanto ganha e quanta gente pode contratar.
Presidente da República
Chefe de Estado e de governo. Escreve o Orçamento, comanda as Forças Armadas e pode legislar sozinho, por prazo determinado, via medida provisória.
- Sanciona ou veta as leis
Todo projeto aprovado pelo Congresso passa pela sua mesa. Pode vetar no todo ou em parte — e o Congresso pode derrubar o veto por maioria absoluta das duas Casas.
- Legisla por medida provisória
Em caso de relevância e urgência, edita norma com força de lei imediata. Ela caduca se o Congresso não aprovar em 60 dias, prorrogáveis uma vez.
- Escreve o Orçamento
A proposta orçamentária da União sai do Executivo. O Congresso emenda e vota; o presidente sanciona e executa.
Governador
Chefe do Executivo estadual. Comanda a polícia, a rede estadual de saúde e de escolas, e negocia com o Congresso a chegada das emendas ao estado.
- Comanda as polícias do estado
A Polícia Militar e a Polícia Civil são forças estaduais, subordinadas ao governador. Segurança pública é, na prática, atribuição estadual.
- Sanciona ou veta leis estaduais
Mesma mecânica do plano federal, com a Assembleia Legislativa no lugar do Congresso.
- Escreve o Orçamento do estado
Define onde vai o dinheiro da rede estadual de ensino médio, dos hospitais estaduais e das rodovias do estado.
Senador
Representa o estado, não a população. O voto de um senador do Acre pesa o mesmo que o de um de São Paulo — e só o Senado aprova quem entra no STF.
- Aprova quem entra no STF
Sabatina e vota os indicados a ministro do Supremo, dos tribunais superiores, do Banco Central, da Procuradoria-Geral da República e as embaixadas. Sem o Senado, ninguém toma posse.
- Julga o presidente
Cabe ao Senado julgar o presidente da República por crime de responsabilidade, depois de a Câmara autorizar o processo. Preside o julgamento o presidente do STF.
- Controla o endividamento de estados e municípios
Fixa os limites de dívida e autoriza operações de crédito externo de estados, municípios e da própria União. É um poder financeiro pouco visível e muito grande.
Deputado Federal
O cargo mais numeroso da urna federal. É onde nasce a maior parte das leis, onde começa qualquer impeachment e onde o Orçamento é fatiado.
- Autoriza o processo contra o presidente
Nenhum impeachment anda sem que dois terços da Câmara autorizem. Só depois o Senado julga.
- Propõe e vota leis
É a Casa iniciadora da maior parte da legislação, inclusive de todo projeto que venha do Executivo.
- Vota o Orçamento e emenda
O Congresso recebe a proposta do Executivo, emenda e aprova. Em 2026 foram apresentadas 5.784 emendas de deputados.
Deputado Estadual
O cargo menos vigiado da urna. Vota o orçamento do seu estado, fiscaliza o governador — e é onde a transparência varia mais de um estado para outro.
- Vota o orçamento do estado
Aprova, emenda e fiscaliza para onde vai o dinheiro das escolas estaduais, dos hospitais estaduais e da polícia.
- Fiscaliza o governador
Pode convocar secretários, abrir CPI estadual e julgar o governador por crime de responsabilidade.
- Legisla sobre o dia a dia
Boa parte do que afeta a rotina — ICMS, transporte intermunicipal, polícia, meio ambiente estadual — passa pela Assembleia.
Salários vigentes em 2026 (Decreto Legislativo 172/2022 e Constituição, art. 27, §2º). Verba de gabinete e cota parlamentar: Câmara dos Deputados. Emendas individuais impositivas: Orçamento de 2026 (Lei 15.346/26). A página completa traz a norma de cada valor.
Flávio e Lula vão ao 2º turno.
O que saiu da urna em 4 de outubro para presidente: os doze candidatos, a votação de cada um e o comparecimento. O segundo turno é em 25 de outubro.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral, totalização final de 5 de outubro de 2026, às 12h51, com 100% das seções apuradas. Percentuais sobre os votos válidos; brancos e nulos sobre o total de eleitores que compareceram.
A maior abstenção desde 1998.
Mais de 33 milhões de eleitores não foram às urnas em 4 de outubro. É a quinta alta seguida e a maior taxa em 28 anos. O quadro importa para o segundo turno: quem se ausenta tende a ser difícil de mobilizar em três semanas.
Por estado: Mato Grosso do Sul teve a maior taxa (23,87%) e o Ceará a menor (15,52%). As causas acima são hipóteses de analistas, não conclusões do TSE. Fontes: TSE, via Gazeta do Povo e Poder360; relatório preliminar do De Olho nas Eleições (Lemep/Uerj).
Como cada lugar votou.
Cada estado na cor de quem teve mais votos nele; quanto mais forte o tom, maior a vitória. Alterne entre estados e regiões e toque no mapa para ver os números.
Fonte: dados do TSE (totalização final de 5 de outubro de 2026) compilados pelo HubPolítico. Percentuais sobre os votos válidos de cada estado; o recorte por região é a soma dos estados. No Amapá, Lula e Flávio Bolsonaro ficaram com 45,7% cada, com diferença de cerca de 200 votos. Votos no exterior não entram no mapa.
As pesquisas erraram onde havia mais gente em casa?
Dois mapas ao lado do resultado: a abstenção em cada estado e o quanto Lula ficou abaixo do que a pesquisa indicava. Depois, o teste de correlação entre os dois.
Sim: há uma correlação moderada e negativa, no limite da significância estatística. Com todos os 27 estados, o coeficiente entre a abstenção e o desvio da pesquisa é de -0,37: quanto mais gente ficou em casa, mais Lula ficou abaixo do que a pesquisa indicava. Em média, cada ponto a mais de abstenção veio com 0,5 p.p. a mais de queda. A abstenção explica cerca de 14% da variação entre estados.
Por que ainda não é prova: o teste de permutação dá 5,5% de chance de acaso (o padrão é abaixo de 5%). E, ponderando pelo número de votos, o coeficiente cai para -0,14: o padrão aparece nos estados pequenos e médios, não nos grandes (SP e RJ têm abstenção alta, mas desvio pequeno).
O desvio médio foi de 3,5 p.p. contra Lula (de -8,3 em Goiás a +3,8 em Amazonas). GO, MT, RO, RS e MS combinam abstenção alta e grande queda; PE, com abstenção baixa, também ficou entre os maiores desvios.
Em agosto (Quaest/Globo, 18 estados) a correlação era praticamente zero. A diferença sugere que parte do desvio de agosto era mudança de voto na campanha, não abstenção.
Aplicamos o desvio de cada estado ao total de votos de Lula e Flávio no estado e somamos. O resultado é a transferência de votos entre os dois: não são eleitores novos, é a diferença entre a fatia que a pesquisa previa e a que saiu da urna. Para comparar: Flávio terminou o 1º turno 2,23 milhões de votos à frente de Lula (56,10 milhões a 53,88 milhões). O desvio, portanto, é maior que a margem final.
Cautelas: os votos por estado são valores aproximados (arredondados); a transferência é soma zero, ou seja, o que Lula perde na fatia Flávio ganha; o cálculo não diz quem deixou de votar nem por quê. A parte atribuível à abstenção é uma hipótese compatível com os dados, não uma medição.
Fontes: Quaest/Globo (campo na 2ª quinzena de setembro, divulgação em 1/10/2026, compilada pela Band); AtlasIntel (PI e TO); Instituto França (SE), TSE (totalização final) e abstenção por UF do banco do PautaBR. Cálculo do PautaBR.
O 2º turno nas pesquisas.
As pesquisas anteriores testavam cenários antes da eleição e já não valem. O ponto de partida é o resultado do 1º turno: Flávio Bolsonaro teve 47,03% dos votos válidos e Lula 45,16%, uma diferença de 1,87 ponto, ou cerca de 2,2 milhões de votos. Cada pesquisa aparece com a sua ficha técnica; institutos diferentes não são misturados.
- Divulgada em 9/10. A diferença de 1,5 ponto está dentro da margem de erro (empate técnico).
- 76,2% se dizem totalmente decididos e 13,4% decididos, mas podem mudar o voto.
- 51,6% desaprovam o governo Lula e 43,2% aprovam.
- A Vox mostra Lula à frente; o Datafolha de 8/10 mostrava Flávio à frente. São institutos, métodos e datas de campo diferentes.
Vox Brasil, registro BR-09623/2026, 2.100 entrevistas presenciais, em domicílios, margem de 2,15 p.p., confiança de 95%. Contratante: Instituto Vox Brasil Opinião e Pesquisas. Fonte: Vox Brasil (BR-09623/2026), via Exame e Metrópoles.
- 40% avaliam o governo Lula como ruim ou péssimo e 35% como ótimo ou bom.
- 25% dos eleitores de Flávio dizem votar nele principalmente para derrotar Lula.
- 6% dizem que ainda podem mudar o voto.
Ainda sem divulgação nos relatos que consultamos: mulheres e homens, beneficiários do bolsa família, renda acima de 2 salários mínimos. Entram aqui quando o instituto publicar.
Datafolha, registro BR-02949/2026, 2.520 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais, margem de 2 p.p., confiança de 95%. Contratante: Folha de S.Paulo e Grupo Globo. Fonte: Datafolha (BR-02949/2026), via CNN Brasil e Brasil de Fato.
Divulgação marcada para sexta, 9 de outubro.
Primeira rodada do 2º turno, encomendada pela Globo. Campo de 8 a 11 de outubro, divulgação na segunda, 12 de outubro.
Para registro: a Quaest de 02 e 03/10/2026, anterior à eleição, mostrava Flávio 44% e Lula 42% no cenário de 2º turno (BR-02197/2026). É outro instituto e outro momento: não se compara com o Datafolha.
Fontes: TSE (totalização final do 1º turno), Datafolha, Vox Brasil e calendário de divulgação publicado pelo Brasil de Fato em 6 de outubro de 2026. Veja o guia completo do 2º turno →
As cadeiras antes e depois da urna.
A composição da Câmara e do Senado na legislatura atual e a que saiu da eleição de 4 de outubro. Os eleitos tomam posse em 1º de fevereiro de 2027. Alterne entre os dois momentos e toque num partido ou num campo político — esquerda, centro, direita — para ver quanto ele ganhou ou perdeu.
Câmara dos Deputados
513 cadeiras1 cadeira fica fora dos três campos (Missão): sem posição na classificação usada.
Resultado com 99,9% das urnas apuradas. A distribuição final das cadeiras pode mudar com a totalização do TSE.
Senado Federal
81 cadeiras1 cadeira fica fora dos três campos (Sem partido): sem posição na classificação usada.
Só 54 das 81 cadeiras estavam em disputa em 2026. Os outros 27 senadores têm mandato até 2031 — toque num partido em “Como fica” para ver quantos foram eleitos agora.
Como era: bancadas em exercício em 5 de outubro de 2026 (Dados Abertos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal). Como fica — Câmara: Secretaria-Geral da Mesa, com 99,9% das urnas apuradas; Senado: levantamento nominal do Congresso em Foco (27 senadores com mandato até 2031 e 54 eleitos em 2026). Trocas de partido até a posse podem alterar as bancadas. Campos políticos: classificação de Bolognesi, Ribeiro, Codato e Silva (Opinião Pública, 2026, rodada de 2022), a mesma da página dos cargos. As sete faixas do estudo foram agrupadas em três: esquerda (extrema esquerda e esquerda), centro (centro-esquerda, centro e centro-direita) e direita (direita e extrema direita).
Siga seu político.
Gastos, presença em votações, discursos e agenda de deputados e senadores — busque por nome, partido ou UF.
Top 10 do Congresso.
Rankings dos dados abertos oficiais da Câmara e do Senado. Só os números — a leitura é sua.
Projetos no Congresso.
O que está em tramitação, o que foi aprovado e o que foi arquivado — direto dos dados abertos da Câmara.
Em tramitação
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