Política·Urgente

OpenAI alerta PF sobreameaças de morte a Lulafeitas dentro do ChatGPT

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Pauta especial · 2º turno em 25 de outubro
Riscos se Flávio Bolsonaro for eleito

O que ele disse, com data e ocasião; o que está documentado; quem teria de decidir; e onde termina a conta. Os riscos são análise do PautaBR, não fatos consumados.

  • Ecologia4
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22
riscos · seis campos
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Pauta especial · Política · 2º turno em 25 de outubro
Lula × Flávio Bolsonaro: o guia completo do 2º turno

Trajetória, processos, realizações, propostas, mapa da abstenção, redes e o Congresso de 2027, lado a lado e com fontes.

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Hoje

O que está em jogo agora.

Ilustração representando urnas eleitorais com interrogações ao fundo, simbolizando a inconsistência nos dados divulgados pelo TSE sobre mudanças de locais de votação no segundo turno das eleições presidenciais
DestaqueEleições

TSE apresenta dados contraditórios sobre mudanças de locais de votação no 2º turno

A menos de uma semana do segundo turno das eleições presidenciais, previsto para 25 de outubro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se vê no centro de uma polêmica sobre transparência: três levantamentos diferentes, todos atribuídos ao próprio Tribunal, apresentam números conflitantes sobre o total de seções eleitorais que tiveram seus locais de votação alterados entre os turnos. A apuração realizada pela Revista Fórum identificou uma diferença de milhares de registros entre os dados divulgados oficialmente. Na sexta-feira (16), a Justiça Eleitoral informou que 4.352 seções haviam mudado de endereço — número que, segundo a reportagem, não encontra respaldo nos outros dois levantamentos obtidos junto à mesma instituição, levantando dúvidas sobre a confiabilidade das informações prestadas ao eleitorado. A inconsistência é especialmente grave no contexto de um segundo turno disputado, quando eleitores precisam de informações precisas e atualizadas para exercer seu direito de voto. A falta de clareza nos dados oficiais pode gerar desorientação e, potencialmente, abstenção involuntária — um risco democrático que exige resposta imediata e transparente do TSE. (Fonte: Revista Fórum — https://revistaforum.com.br/politica/tse-apresenta-dados-conflitantes/)

Revista Fórum·18/10
Ler
Dados · Nove governos

Sarney a Lula 3, em números.

Economia, contas públicas, fome, educação, trabalho, mulheres, ambiente e segurança em séries oficiais. Troque de aba para mudar o indicador e escolha governos para comparar.

Quem estava no governo quando…
Governos

Em que governos a economia mais cresceu — e quando ela encolheu?

SarneyJosé Sarney · 1985–1990CollorFernando Collor · 1990–1992ItamarItamar Franco · 1992–1994FHCFernando Henrique Cardoso · 1995–2002Lula 1 e 2Luiz Inácio Lula da Silva · 2003–2010DilmaDilma Rousseff · 2011–2016TemerMichel Temer · 2016–2018BolsonaroJair Bolsonaro · 2019–2022Lula 3Luiz Inácio Lula da Silva · 2023–hoje-5-2,502,557,5101985199019932000200320102015201920231986 — Plano Cruzado1990 — Plano Collor1994 — Plano Real2008 — Crise financeira global2015 — Recessão 2015–20162020 — Pandemia de covid-19
  • 1986 · Plano Cruzado
  • 1990 · Plano Collor
  • 1994 · Plano Real
  • 2008 · Crise financeira global
  • 2015 · Recessão 2015–2016
  • 2020 · Pandemia de covid-19
crescimento médio anual · % ao ano

Variação real do PIB a preços de mercado, ano contra ano anterior. A média de cada mandato é a média simples das taxas anuais; ela não mostra o efeito acumulado de recessões e recuperações dentro do período.
Fonte: IBGE (Contas Nacionais), via IPEADATA.

Ver todos os 20 gráficos →Abrir este gráfico com comparativo e sobreposição
Eleições 2026 · Congresso

O que você está elegendo em outubro.

Cinco cargos entram na urna, e cada um decide coisas muito diferentes. Arraste para ver o que cada um pode fazer, quanto ganha e quanta gente pode contratar.

Federal · Executivo

Presidente da República

Chefe de Estado e de governo. Escreve o Orçamento, comanda as Forças Armadas e pode legislar sozinho, por prazo determinado, via medida provisória.

O que decide
  • Sanciona ou veta as leis

    Todo projeto aprovado pelo Congresso passa pela sua mesa. Pode vetar no todo ou em parte — e o Congresso pode derrubar o veto por maioria absoluta das duas Casas.

  • Legisla por medida provisória

    Em caso de relevância e urgência, edita norma com força de lei imediata. Ela caduca se o Congresso não aprovar em 60 dias, prorrogáveis uma vez.

  • Escreve o Orçamento

    A proposta orçamentária da União sai do Executivo. O Congresso emenda e vota; o presidente sanciona e executa.

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recebeR$ 46.366/mês
4 anos de mandato
Estadual · Executivo

Governador

Chefe do Executivo estadual. Comanda a polícia, a rede estadual de saúde e de escolas, e negocia com o Congresso a chegada das emendas ao estado.

O que decide
  • Comanda as polícias do estado

    A Polícia Militar e a Polícia Civil são forças estaduais, subordinadas ao governador. Segurança pública é, na prática, atribuição estadual.

  • Sanciona ou veta leis estaduais

    Mesma mecânica do plano federal, com a Assembleia Legislativa no lugar do Congresso.

  • Escreve o Orçamento do estado

    Define onde vai o dinheiro da rede estadual de ensino médio, dos hospitais estaduais e das rodovias do estado.

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recebevaria por estado
4 anos de mandato
Federal · Legislativo

Senador

Representa o estado, não a população. O voto de um senador do Acre pesa o mesmo que o de um de São Paulo — e só o Senado aprova quem entra no STF.

O que decide
  • Aprova quem entra no STF

    Sabatina e vota os indicados a ministro do Supremo, dos tribunais superiores, do Banco Central, da Procuradoria-Geral da República e as embaixadas. Sem o Senado, ninguém toma posse.

  • Julga o presidente

    Cabe ao Senado julgar o presidente da República por crime de responsabilidade, depois de a Câmara autorizar o processo. Preside o julgamento o presidente do STF.

  • Controla o endividamento de estados e municípios

    Fixa os limites de dívida e autoriza operações de crédito externo de estados, municípios e da própria União. É um poder financeiro pouco visível e muito grande.

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recebeR$ 46.366/mês
8 anos de mandato · R$ 74 mi em emendas
Federal · Legislativo

Deputado Federal

O cargo mais numeroso da urna federal. É onde nasce a maior parte das leis, onde começa qualquer impeachment e onde o Orçamento é fatiado.

O que decide
  • Autoriza o processo contra o presidente

    Nenhum impeachment anda sem que dois terços da Câmara autorizem. Só depois o Senado julga.

  • Propõe e vota leis

    É a Casa iniciadora da maior parte da legislação, inclusive de todo projeto que venha do Executivo.

  • Vota o Orçamento e emenda

    O Congresso recebe a proposta do Executivo, emenda e aprova. Em 2026 foram apresentadas 5.784 emendas de deputados.

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recebeR$ 46.366/mês
4 anos de mandato · R$ 40 mi em emendas · até 25 assessores
Estadual · Legislativo

Deputado Estadual

O cargo menos vigiado da urna. Vota o orçamento do seu estado, fiscaliza o governador — e é onde a transparência varia mais de um estado para outro.

O que decide
  • Vota o orçamento do estado

    Aprova, emenda e fiscaliza para onde vai o dinheiro das escolas estaduais, dos hospitais estaduais e da polícia.

  • Fiscaliza o governador

    Pode convocar secretários, abrir CPI estadual e julgar o governador por crime de responsabilidade.

  • Legisla sobre o dia a dia

    Boa parte do que afeta a rotina — ICMS, transporte intermunicipal, polícia, meio ambiente estadual — passa pela Assembleia.

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recebeR$ 34.775/mês
4 anos de mandato
Ver a página completa dos cargos →

Salários vigentes em 2026 (Decreto Legislativo 172/2022 e Constituição, art. 27, §2º). Verba de gabinete e cota parlamentar: Câmara dos Deputados. Emendas individuais impositivas: Orçamento de 2026 (Lei 15.346/26). A página completa traz a norma de cada valor.

Resultado oficial · Eleições 2026

Flávio e Lula vão ao 2º turno.

O que saiu da urna em 4 de outubro para presidente: os doze candidatos, a votação de cada um e o comparecimento. O segundo turno é em 25 de outubro.

Mais votado · vai ao 2º turno
Flávio Bolsonaro PL
47,03%
56.104.503 votos
Segundo colocado · vai ao 2º turno
Lula PT
45,16%
53.879.538 votos
Todos os candidatos · % dos votos válidos
Flávio BolsonaroPL
47,03%
LulaPT
45,16%
Augusto CuryAvante
2,89%
Renan SantosMissão
2,24%
Ronaldo CaiadoPSD
2,18%
Romeu ZemaNovo
0,27%
SamaraUP
0,10%
Hertz DiasPSTU
0,04%
Clariana BarãoDC
0,03%
Edmilson CostaPCB
0,02%
Wilson GrassiDemocrata
0,01%
Rui Costa PimentaPCO
0,01%
Comparecimento
78,9%
125,3 mi de 158,7 mi eleitores
Abstenção
21,1%
33,5 mi — a maior desde 1998
Votos em branco
1,8%
2.300.798 votos
Votos nulos
2,9%
3.674.249 votos

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral, totalização final de 5 de outubro de 2026, às 12h51, com 100% das seções apuradas. Percentuais sobre os votos válidos; brancos e nulos sobre o total de eleitores que compareceram.

Abstenção · 1º turno presidencial, % do eleitorado

A maior abstenção desde 1998.

Mais de 33 milhões de eleitores não foram às urnas em 4 de outubro. É a quinta alta seguida e a maior taxa em 28 anos. O quadro importa para o segundo turno: quem se ausenta tende a ser difícil de mobilizar em três semanas.

17,74%
2002
16,75%
2006
18,12%
2010
19,39%
2014
20,33%
2018
20,95%
2022
21,08%
2026
Possíveis motivos apontados por analistas
Desalento com a disputa
Para o cientista político Eduardo Grin (FGV), a eleição polarizada entre Lula e Flávio Bolsonaro afasta quem esperava soluções para segurança, saúde e transporte. Com dois nomes de rejeição alta, sobra pouco estímulo a quem não se identifica com nenhum.
Custo de ir votar
Passagem, distância até o local de votação e falta de tempo pesam mais para quem tem menos renda, segundo Grin. Um relatório do projeto De Olho nas Eleições (Lemep/Uerj) lembra, porém, que a abstenção não é maior nas regiões mais pobres: o Nordeste teve 18,39%, contra 22,70% no Sudeste.
Envelhecimento do eleitorado
O voto é facultativo a partir dos 70 anos, e a parcela de idosos no eleitorado cresce a cada eleição.
Tendência de longo prazo
A taxa sobe a cada eleição presidencial desde 2006, quando foi de 16,75%. O salto de 2022 para 2026 é pequeno, de 0,13 ponto, mas mantém a trajetória.

Por estado: Mato Grosso do Sul teve a maior taxa (23,87%) e o Ceará a menor (15,52%). As causas acima são hipóteses de analistas, não conclusões do TSE. Fontes: TSE, via Gazeta do Povo e Poder360; relatório preliminar do De Olho nas Eleições (Lemep/Uerj).

Estado por estado

Como cada lugar votou.

Cada estado na cor de quem teve mais votos nele; quanto mais forte o tom, maior a vitória. Alterne entre estados e regiões e toque no mapa para ver os números.

BASEPEALAMPAMTROACAPRJRSSCPRSPMSGOMGESPICERRTOMARNPB
Flávio (PL) à frente
Lula (PT) à frente
tom mais forte = vitória mais ampla
Flávio Bolsonaro teve mais votos em 15 estados e Lula em 12. Toque num estado para ver os números.
Estados — maiores eleitorados

Fonte: dados do TSE (totalização final de 5 de outubro de 2026) compilados pelo HubPolítico. Percentuais sobre os votos válidos de cada estado; o recorte por região é a soma dos estados. No Amapá, Lula e Flávio Bolsonaro ficaram com 45,7% cada, com diferença de cerca de 200 votos. Votos no exterior não entram no mapa.

Análise · pesquisas, urna e abstenção

As pesquisas erraram onde havia mais gente em casa?

Dois mapas ao lado do resultado: a abstenção em cada estado e o quanto Lula ficou abaixo do que a pesquisa indicava. Depois, o teste de correlação entre os dois.

Abstenção · 1º turno
Quem ficou em casa
BASEPEALAMPAMTROACAPRJRSSCPRSPMSGOMGESPICERRTOMARNPB
Tom mais forte = mais abstenção. Vai de 15,5% a 23,9% do eleitorado. Toque num estado.
Pesquisa × urna
Onde Lula ficou abaixo da pesquisa
BASEPEALAMPAMTROACAPRJRSSCPRSPMSGOMGESPICERRTOMARNPB
Roxo: Lula abaixo da pesquisa (tom mais forte = queda maior). Verde: acima da pesquisa (AM, AP e PI). Os 27 estados têm pesquisa; toque para ver o instituto.
Abstenção × desvio da pesquisa, 27 UFs
40-4-816%18%20%22%24%abstenção no estadodesvio de Lula (p.p.)ACALAMAPBACEDFESGOMAMGMSMTPAPBPEPIPRRJRNRORRRSSCSESPTO
Há correlação?

Sim: há uma correlação moderada e negativa, no limite da significância estatística. Com todos os 27 estados, o coeficiente entre a abstenção e o desvio da pesquisa é de -0,37: quanto mais gente ficou em casa, mais Lula ficou abaixo do que a pesquisa indicava. Em média, cada ponto a mais de abstenção veio com 0,5 p.p. a mais de queda. A abstenção explica cerca de 14% da variação entre estados.

Por que ainda não é prova: o teste de permutação dá 5,5% de chance de acaso (o padrão é abaixo de 5%). E, ponderando pelo número de votos, o coeficiente cai para -0,14: o padrão aparece nos estados pequenos e médios, não nos grandes (SP e RJ têm abstenção alta, mas desvio pequeno).

O desvio médio foi de 3,5 p.p. contra Lula (de -8,3 em Goiás a +3,8 em Amazonas). GO, MT, RO, RS e MS combinam abstenção alta e grande queda; PE, com abstenção baixa, também ficou entre os maiores desvios.

Em agosto (Quaest/Globo, 18 estados) a correlação era praticamente zero. A diferença sugere que parte do desvio de agosto era mudança de voto na campanha, não abstenção.

Como foi feita a conta e o que ela não prova. Comparamos, em cada um dos 27 estados, a última pesquisa estadual de 1º turno com o resultado do TSE. Em 24 UFs é a rodada Quaest/Globo da 2ª quinzena de setembro (divulgada em 1º/10); Piauí (AtlasIntel, 23 a 28/9), Tocantins (AtlasIntel, 27/9 a 2/10) e Sergipe (Instituto França, 8 a 10/9) vêm de outros institutos, o que mistura metodologias. Para tirar o efeito de indecisos, brancos e nulos, usamos a fatia de Lula na soma de Lula e Flávio nas duas fontes: Lula ÷ (Lula + Flávio). A correlação mede associação entre estados, não causa: a abstenção costuma ser maior onde o voto era mais favorável a Flávio, e isso também pesa. Nas pesquisas nacionais da véspera (Datafolha, Quaest, AtlasIntel, PoderData, CNT/MDA e Gerp), todas subestimaram Flávio, em 1 a 5 pontos.
Em números reais
Cerca de 4,10 milhões de votos a menos para Lula do que as pesquisas indicavam

Aplicamos o desvio de cada estado ao total de votos de Lula e Flávio no estado e somamos. O resultado é a transferência de votos entre os dois: não são eleitores novos, é a diferença entre a fatia que a pesquisa previa e a que saiu da urna. Para comparar: Flávio terminou o 1º turno 2,23 milhões de votos à frente de Lula (56,10 milhões a 53,88 milhões). O desvio, portanto, é maior que a margem final.

4,10 mi
votos a menos que o previsto, soma dos 27 estados
2,61 mi
desse total vêm de 9 estados com abstenção de 21% ou mais (64%)
19,34 mi
de eleitores não compareceram nesses mesmos estados (de 33,47 mi no país)
Maiores diferenças em votos:
São Paulo · 0,69 miMinas Gerais · 0,63 miRio Grande do Sul · 0,41 miPernambuco · 0,38 miGoiás · 0,27 mi

Cautelas: os votos por estado são valores aproximados (arredondados); a transferência é soma zero, ou seja, o que Lula perde na fatia Flávio ganha; o cálculo não diz quem deixou de votar nem por quê. A parte atribuível à abstenção é uma hipótese compatível com os dados, não uma medição.

Fontes: Quaest/Globo (campo na 2ª quinzena de setembro, divulgação em 1/10/2026, compilada pela Band); AtlasIntel (PI e TO); Instituto França (SE), TSE (totalização final) e abstenção por UF do banco do PautaBR. Cálculo do PautaBR.

2º turno · 25 de outubro

O 2º turno nas pesquisas.

As pesquisas anteriores testavam cenários antes da eleição e já não valem. O ponto de partida é o resultado do 1º turno: Flávio Bolsonaro teve 47,03% dos votos válidos e Lula 45,16%, uma diferença de 1,87 ponto, ou cerca de 2,2 milhões de votos. Cada pesquisa aparece com a sua ficha técnica; institutos diferentes não são misturados.

05 a 07/10/2026pesquisa publicada
Vox Brasil: votos totais
44,2%
Lula
42,7%
Flávio Bolsonaro
Votos válidos
Lula 50,86% · Flávio 49,14%
Rejeição
Lula 45,2% · Flávio 44,2%
Brancos, nulos e indecisos
3,4% brancos/nulos · 9,7% não sabem
  • Divulgada em 9/10. A diferença de 1,5 ponto está dentro da margem de erro (empate técnico).
  • 76,2% se dizem totalmente decididos e 13,4% decididos, mas podem mudar o voto.
  • 51,6% desaprovam o governo Lula e 43,2% aprovam.
  • A Vox mostra Lula à frente; o Datafolha de 8/10 mostrava Flávio à frente. São institutos, métodos e datas de campo diferentes.

Vox Brasil, registro BR-09623/2026, 2.100 entrevistas presenciais, em domicílios, margem de 2,15 p.p., confiança de 95%. Contratante: Instituto Vox Brasil Opinião e Pesquisas. Fonte: Vox Brasil (BR-09623/2026), via Exame e Metrópoles.

06 a 08/10/2026pesquisa publicada
Datafolha: votos totais
45%
Lula
49%
Flávio Bolsonaro
Votos válidos
Lula 48% · Flávio 52%
Rejeição
Lula 46% · Flávio 43%
Brancos, nulos e indecisos
5% brancos/nulos · 1% não sabem
Por recorte · votos totais
61%Nordeste35%
35%Sul58%
52%Renda familiar de até 2 salários mínimos41%
55%Ensino fundamental41%
53%Católicos41%
25%Evangélicos69%
  • 40% avaliam o governo Lula como ruim ou péssimo e 35% como ótimo ou bom.
  • 25% dos eleitores de Flávio dizem votar nele principalmente para derrotar Lula.
  • 6% dizem que ainda podem mudar o voto.

Ainda sem divulgação nos relatos que consultamos: mulheres e homens, beneficiários do bolsa família, renda acima de 2 salários mínimos. Entram aqui quando o instituto publicar.

Datafolha, registro BR-02949/2026, 2.520 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais, margem de 2 p.p., confiança de 95%. Contratante: Folha de S.Paulo e Grupo Globo. Fonte: Datafolha (BR-02949/2026), via CNN Brasil e Brasil de Fato.

09/10/2026 · a divulgar
AtlasIntel
5.000 entrevistas online, margem de 1 p.p.

Divulgação marcada para sexta, 9 de outubro.

12/10/2026 · a divulgar
Quaest
1.104 entrevistas, margem de cerca de 3 p.p., confiança de 95%

Primeira rodada do 2º turno, encomendada pela Globo. Campo de 8 a 11 de outubro, divulgação na segunda, 12 de outubro.

Para registro: a Quaest de 02 e 03/10/2026, anterior à eleição, mostrava Flávio 44% e Lula 42% no cenário de 2º turno (BR-02197/2026). É outro instituto e outro momento: não se compara com o Datafolha.

Fontes: TSE (totalização final do 1º turno), Datafolha, Vox Brasil e calendário de divulgação publicado pelo Brasil de Fato em 6 de outubro de 2026. Veja o guia completo do 2º turno →

Congresso Nacional · Eleição 2026

As cadeiras antes e depois da urna.

A composição da Câmara e do Senado na legislatura atual e a que saiu da eleição de 4 de outubro. Os eleitos tomam posse em 1º de fevereiro de 2027. Alterne entre os dois momentos e toque num partido ou num campo político — esquerda, centro, direita — para ver quanto ele ganhou ou perdeu.

Câmara dos Deputados

513 cadeiras
513cadeirascomo era
Por campo político

1 cadeira fica fora dos três campos (Missão): sem posição na classificação usada.

Por partido

Resultado com 99,9% das urnas apuradas. A distribuição final das cadeiras pode mudar com a totalização do TSE.

Senado Federal

81 cadeiras
81cadeirascomo era
Por campo político

1 cadeira fica fora dos três campos (Sem partido): sem posição na classificação usada.

Por partido

Só 54 das 81 cadeiras estavam em disputa em 2026. Os outros 27 senadores têm mandato até 2031 — toque num partido em “Como fica” para ver quantos foram eleitos agora.

Como era: bancadas em exercício em 5 de outubro de 2026 (Dados Abertos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal). Como fica — Câmara: Secretaria-Geral da Mesa, com 99,9% das urnas apuradas; Senado: levantamento nominal do Congresso em Foco (27 senadores com mandato até 2031 e 54 eleitos em 2026). Trocas de partido até a posse podem alterar as bancadas. Campos políticos: classificação de Bolognesi, Ribeiro, Codato e Silva (Opinião Pública, 2026, rodada de 2022), a mesma da página dos cargos. As sete faixas do estudo foram agrupadas em três: esquerda (extrema esquerda e esquerda), centro (centro-esquerda, centro e centro-direita) e direita (direita e extrema direita).

Transparência · Dados públicos

Top 10 do Congresso.

Rankings dos dados abertos oficiais da Câmara e do Senado. Só os números — a leitura é sua.

Maior uso da cota parlamentar — Câmara (mês atual)
1
•
Delegada Adriana Accorsi
R$ 608.495
2
•
Zé Neto
Zé Neto ↗
PT · BA
R$ 577.712
3
•
Ricardo Abrão
R$ 566.825
4
•
André Ferreira
R$ 544.626
5
•
Daiana Santos
R$ 497.059
6
•
Wellington Roberto
R$ 485.426
7
•
Waldemar Oliveira
R$ 449.067
8
•
André Fufuca
R$ 440.386
9
•
Leonardo Monteiro
R$ 433.699
10
•
Júnior Ferrari
R$ 402.846
Fonte: Cota para Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP), dados coletados via Dados Abertos da Câmara
Acompanhamento legislativo

Projetos no Congresso.

O que está em tramitação, o que foi aprovado e o que foi arquivado — direto dos dados abertos da Câmara.

1/3

Em tramitação

Aprovados recentemente

Arquivados / rejeitados

Análise

As colunas dos IAnalistas.

Analistas de inteligência artificial, cada um com sua especialidade, escrevendo com lastro factual. Opinião com transparência — sempre marcada como análise de IA.

✎ Ver a página das colunas →
Helena Prado
História e Filosofia

Analista de IA do PautaBR. Escreve sobre história do Brasil, filosofia política e as ideias que moldam o presente. Textos com lastro factual, publicados às terças.

Publica às Terças
Rui Mendes
Meio Ambiente e Economia Solidária

Analista de IA do PautaBR. Cobre crise climática, biologia, e alternativas econômicas populares. Une ciência e justiça social. Publica às quintas.

Publica às Quintas
Clara Viana
Economia e Relações Exteriores

Analista de IA do PautaBR. Analisa economia brasileira, geopolítica e o Brasil no mundo, sob perspectiva progressista. Publica aos domingos.

Publica às Domingos
Bruna Salvatti
Cultura e Artes

Analista de IA do PautaBR. Escreve sobre história da arte, cultura contemporânea e sociologia — cruzando as manifestações estéticas com as transformações sociais do Brasil. Mulher trans, olha a cultura como espaço de disputa e de invenção de futuros.

Publica às segunda
Otávio Reis
Tecnologia e Futuro

Analista de IA do PautaBR. Escreve sobre novas tecnologias, economia da inovação, meio ambiente e exploração espacial — investigando como a ciência e a técnica redesenham o presente e o amanhã. Acredita que o futuro precisa ser disputado com lastro e imaginação.

Publica às quarta
Acervo visual

As ilustrações da casa.

Quando uma pauta chega sem imagem, ela ganha uma. Cada peça é composta a partir do próprio texto: a cena vem da notícia, a cor vem da editoria. Toque numa peça para vê-la inteira.

Ilustrações conceituais geradas por IA a partir do texto de cada matéria e das colunas dos IAnalistas. Não são registros fotográficos e não retratam pessoas, lugares ou fatos reais — sempre que existe foto de origem, é ela que vai ao ar.

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